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É hora de contar uma história

No South by Southwest (SXSW), considerado um dos maiores eventos do mundo de criatividade e inovação, teve na edição deste ano cerca de 50 palestras sobre storytelling.

No evento realizado a mais de 30 anos, em Austin, EUA, contar histórias vem fazendo parte de muitas apresentações. Não só no SXSW, mas em vários outros eventos como TED, aqui no Brasil, o Festival Path, Campus Party, o storytelling (a expressão "tell a story" significa "contar uma história") vem ganhando cada vez mais espaço.

No entretenimento, na educação, no marketing, nas empresas, jornalismo, entre outras áreas, o storytelling pode ser usado em praticamente em quase tudo.

Em um mundo que a disputada por atenção é cada vez maior, o storytelling é uma arte.

Um estudo da Microsoft aponta que o nosso tempo de atenção, no ano 2000, era 12 segundos, em 2015, a nossa atenção é comparada a de um peixinho dourado, em média de 8 segundos.

Em uma entrevista, ao site Think With Google, o Professor da Harvard Business School e consultor de marcas, Thales Teixeira disse:

"A atenção do consumidor é limitada e sempre tem um preço. E esse preço subiu rapidamente nos últimos anos. Todos os dias surgem mais empresas com mais marcas e produtos para anunciar."

Na mesma entrevista, um das dicas para aprender atenção das pessoas é usar o storytelling.

Voltando ao SXSW, que teve inicio no dia 9 de março, duas ativações dedicadas a histórias (entretenimento) chamaram atenção do público e da mídia.

Uma referente à segunda temporada a série WestWorld, exibida pela HBO, onde foi construído o parque da história.
A outra ativação para o filme Ready Player One, dirigido por Steven Spielberg, usando a realidade virtual.

Estas histórias irão atrair atenção, audiência, bilheteria e o retorno do investimento feito pelas as empresas que bancaram os projetos.

O que sua história pode atrair?

Por Rosalves Sudário

É hora de contar uma história
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